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Capítulo 126

Texto Original

Caput CXXVI

De avicula quae in manibus eius resedit.

 

167 
1 Per lacum Reatinum, beatus Franciscus ad eremum de Graecio tendens, in quadam navicula residebat. 
2 Cui piscator quidam unam aviculam obtulit fluvialem, ut de ipsa iucundaretur in Domino. 
3 Quam beatus pater gaudenter suscipiens, apertis manibus, ut libere abiret illam cum mansuetudine invitavit. 
4 Quae cum ire nollet, sed velut in nidulo in illius se manibus reclinaret, sanctus erectis oculis in oratione permansit. 
5 Et quasi aliunde post longam moram ad se reversus (cfr. Act 12,11), dulciter praecepit aviculae, ut absque timore pristinae libertati se redderet. 
6 Suscepta itaque cum benedictione licentia, gestu corporis quoddam praetendens gaudium avolavit.

Texto Traduzido

Caput CXXVI

Sobre o passarinho que pousou em sua mão.

 

167 
1 O bem-aventurado Francisco ia atravessando numa barca o lago de Rieti, a caminho do eremitério de Grécio.
2 Um pescador ofereceu-lhe um passarinho aquático, para que se alegrasse no Senhor. 
3 O bem-aventurado pai recebeu-o com alegria, abriu as mãos e o convidou delicadamente a ir embora. 
4 O passarinho não quis ir, mas se aninhou em suas mãos. O santo levantou os olhos e se pôs a orar. 
5 Depois de um bom tempo, como se estivesse voltando a si de um outro mundo, ordenou com bondade à ave que voltasse sem medo para sua primitiva liberdade. 
6 Recebendo a licença com a sua bênção, o passarinho demonstrou sua alegria com um movimento do corpo e voou.