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Capítulo IV (V) - Seu zelo pela observância da Regra e por toda a Religião.

Texto Original

Capitulum IV (V) ‑ De zelo Ipsius ad professionem regulae et ad totam Religione.

Caput 76. Et primo qualiter laudabat regulae professionem, et volebat fra­tres scire eam et loqui de ea et mori cum ea.

 

1 Perfectus zelator observantiae sancti evangelii, beatus Franciscus, communem professionem regulae nostrae, quae non est aliud quam perfecta evangelii observantia, ardentissime zelabat, 2 et eos qui sunt et erunt veri zelatores ipsius singulari benedictione donavit.
Hanc enim professionem nostram suis imitatoribus dicebat esse librum vitae (cfr. Sir 24,32; Apoc 3,5; 21,27), spem salutis (cfr. 1The 5,8)arrham gloriae, medullam evangelii, viam crucis, statum perfectionis, clavem paradisi et pactum aeterni foederis (cfr. Gen 16,13)4 Hanc volebat haberi ab omnibus, sciri ab omnibus; et volebat fratres, in collocutionibus contra taedium, de ipsa saepe conferre, et in memoriam praestiti juramenti cum intertori homine (cfr. Rom 7,22; Eph 3,16) de ipsa saepius fabulari.
5 Docuit etiam semper eam prae oculis portari in commonitionem et memoriam vitae agendae et debitae observantiae regularis; et, quod plus est, voluit et docuit fratres debere mori cum ipsa.

Texto Traduzido

Capitulum IV (V) ‑ De zelo Ipsius ad professionem regulae et ad totam Religione.

Capítulo 76. Primeiramente, como louvava a observância da re­gra, e queria que os frades a conhecessem, falassem dela e mor­ressem com ela.

 

1 Perfeito zelador da observância do santo Evangelho, Francisco zelava ardentemente pela comum .observância de nossa Regra, que outra coisa não é senão a perfeita observância do Evangelho, 2 e deu uma bênção especial àqueles que são e serão verda­deiros zeladores dela.
3 Pois dizia a seus seguidores que esta nossa profis­são é o livro da vida (cf. Sir 24,32; Ap 3,5; 21,27), a esperança da salvação (cf. 1Ts 5,8), o penhor da glória, a medula do Evan­gelho, o caminho da cruz, o estado de perfeição, a chave do paraí­so e o pacto da aliança eterna (cf. Gn 16,13). 4 Queria que todos a tivessem e fosse conhecida por todos; e queria que, nas conversas contra o tédio, os frades falassem dela muitas vezes e a meditas­sem mais freqüentemente, para recordar na sua interioridade (cf. Rm 7,22; Ef 3, 16) o juramento prestado.
5 Ensinou também a tê-la sempre diante dos olhos, como advertência e lembrança da vida que deviam levar e da devida obser­vância regular. E, o que é mais, quis e ensinou que os frades devi­am morrer com ela.