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Conversação XII

Texto Original

Collatio XII

De institutione confessorum

 

72. Fuerunt quoque et fratres plurimi, qui, licet praedicationis vel lectionis officium non haberent, de gratissimo favore praelatorum, per obedientiam et ordinationem ministri provincialis in diversis locis confessiones tam religiosorum quam saecularium audierunt. Inter quos praecipuus erat Londoniae frater Salomon, qui tam civium quam curialium generalis confessor extitit. Ab ipso, cum esset guardianus Londoniae post languorem suum, ut supra dictum est, exegit sanctae memoriae dominus Rogerus, episcopus Londoniensis, canonicam obedientiam; sed cum ex longa familiaritate sibi amicabiliter obsisteret, dilationem usque alias impetravit. In tanta siquidem reverentia dominus ille ordinem habuit, ut singulis fratribus se salutantibus assurgeret. Igitur frater Agnellus hac occasione statim misit ad curiam et decretalem, quae dicitur “Nimis iniqua” pro fratribus fieri impetravit.

Texto Traduzido

Collatio XII

A instituição dos confessores

 

72. Houve também muitos frades que, embora não tivessem o ofício de pregar ou lecionar, com o benévolo favor dos prelados e pela obediência e nomeação do ministro provincial, ouviram confissões em diversos lugares, tanto de religiosos quanto de seculares. Entre eles, o principal foi Frei Salomão que, em Londres, foi confessor geral tanto dos cidadãos quanto dos membros da corte. Quando era guardião de Londres, depois de sua doença, como foi dito acima, Dom Rogério, de santa memória, bispo de Londres, exigiu dele a obediência canônica. Entretanto, como lhe resistia amigavelmente por sua longa familiaridade, pediu que deixasse para outra ocasião. Pois esse senhor tinha tanta reverência pela Ordem que, quando os frades o saudavam, ele se levantava para cada um. Por isso, nessa ocasião, Frei Agnelo escreveu à Cúria e pediu que se fizesse um decreto – que se chama Nimis iniqua (25)– o em favor dos frades.