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VIGÉSIMO SÉTIMO DOMINGO DO TEMPO COMUM – 03/10/2021

02/10/2021 - 07h48

VIGÉSIMO SÉTIMO DOMINGO DO TEMPO COMUM – 03/10/2021

“Francisco, vai e reconstrói a minha Igreja”.

Preparar: Entrada: imagem de São Francisco de Assis, cartaz do mês missionário. Ofertório: um cesto com frutas e legumes. Bênção final: Sacerdote abençoa as alianças dos casais presentes.

ACOLHIDA

Animador: Irmãos e irmãs, bem-vindos. Hoje, reunidos em comunidade queremos celebrar a nossa vocação missionária e a missão da família na Igreja e na sociedade. Celebrando, também, São Francisco de Assis, o santo padroeiro de toda a criação, queremos comprometer-nos no empenho para salvar nossa casa comum, a Mãe Terra. Acompanhemos a procissão de entrada que nos apresenta a imagem de São Francisco de Assis, a bandeira do TAU, o banner do Cursilho e o cartaz do mês missionário com o tema: “Jesus Cristo é a missão”, e o lema: “Não podemos deixar de falar sobre o que vimos e ouvimos” (At 4,20). Cantemos.

ATO PENITENCIAL

Animador: A dureza de coração nos leva a ignorar o projeto de Deus Pai. Para melhor celebrarmos nosso encontro com Deus e com os irmãos, peçamos perdão.

-Por nossa infidelidade na promoção da vida familiar, Senhor, tende piedade de nós.

- Por não valorizarmos e nem apoiarmos o trabalho dos que partem com a missão de evangelizar, Cristo, tende piedade de nós.

- Por não cuidarmos e protegermos nossa Casa Comum, a Mãe Terra com todas as suas criaturas, Senhor, tende piedade de nós.

GLÓRIA

Animador: Como São Francisco, louvemos a Deus por todas as criaturas e pela família, Igreja doméstica e escola dos melhores sentimentos humanos e cristãos, cantando.

LITURGIA DA PALAVRA

1ª Leitura: Gn 2,18-24

Salmo Responsorial: O Senhor te abençoe de Sião, cada dia de tua vida.

2ª Leitura: Hb 2,9-11

Evangelho: Mc 10,2-16

REFLEXÃO

A família é o santuário da vida, o primeiro sacramento instituído por Deus, lugar por excelência, da revelação do amor de Deus por todas as criaturas, por toda a humanidade. No plano de Deus, a mulher e o homem se complementam, se completam em condição de igualdade por isso, devem andar lado a alado, sendo parceiros, companheiros. Unidos pelos laços sagrados do matrimônio já não são dois, mas um só corpo, uma só carne, por isso, a mentalidade e a prática machista, desde o princípio é rechaçada pelo próprio Deus. Não se justificam rivalidades de gênero, tratamento desigual e nenhum tipo de violência de um contra o outro. Ambos, homem e mulher, existem para se completar e não para se dividir, se separar ou viver como se não dependesse do outro. Essa dependência mútua é saudável, mostra que dependemos uns dos outros para viver, seja como marido e mulher, seja como irmãos e irmãs.

O respeito que deve existir entre todos, sobretudo na família, entre o esposo e a esposa, pois é a partir desse respeito mútuo, base de toda família, que se estruturam as demais relações sociais. Quando em casa não existe respeito, dificilmente os filhos aprenderão a ser pessoas que valorizam umas as outras como irmãos e irmãs, ou como marido e mulher.

Questionado sobre a possibilidade da ruptura do laço sagrado do matrimônio, Jesus recorre ao projeto inicial de Deus, o ideal e a missão da família, enfatizando a fidelidade como valor a ser cultivado e preservado. O amor, cultivado e alimentado em sua fonte, que é Deus deve dar-lhes razão suficiente para serem fiéis e verdadeiros um com o outro. Neste sentido, se preserva no ser humano a imagem e a semelhança de Deus, e se aprofunda a consciência da família maior, a humanidade toda. A fragmentação da família, resultado da dureza de coração, enfraquece a família humana, põe a perigo as demais criaturas de Deus. A dureza de coração acaba com o amor verdadeiro, levando à fragmentação da pessoa, da família, e consequentemente da sociedade. A dureza de coração desemboca no sentimento do ódio. O verdadeiro amor supera o ódio, a indiferença e todas as adversidades. O verdadeiro amor e jamais acaba, pois tem sua fonte em Deus e o amor de Deus é incondicional e ilimitado.

Acolhendo com ternura as crianças, Jesus mostra a importância do acolhimento dos pequenos, dos fracos, dos dependentes, daqueles que mais necessitam, pois nestes Jesus Cristo está vivo e presente. Quando não há acolhimento entre um casal, o amor murcha e muitas vezes o casamento não dura. O acolhimento é fundamental em todas as instâncias da sociedade, sobretudo dentro de casa. Acolher as crianças significa que devemos acolher as pessoas principalmente quando as coisas se tornam difíceis, quando elas mais precisam ser acolhidas.

Celebrando São Francisco de Assis, somos convidados a olhar o mundo, as pessoas, as criaturas com os olhos de Deus, e resgatar a fraternidade, a família universal, vendo em todos, e tratando todas as criaturas, humanas ou não um irmão, uma irmã. O Papa Francisco nos convida a termos um olhar de misericórdia sobre a família, como instituição divina, e sobre a nossa casa comum, a mãe e irmã terra com todas as suas criaturas.

PRECES DA COMUNIDADE

Animador: Confiantes no amor de Deus Pai, apresentemos os nossos pedidos. Após cada pedido, peçamos: Senhor, ajudai-nos em nossa missão!

1-Pelo nosso Papa Francisco, para que continue contagiando a todos com seu espírito profético missionário, peçamos.

2-Por todos os casais, para que permaneçam fiéis ao compromisso assumido, promovendo a união, o amor e a paz na família. Peçamos.

3-Pelos missionários que aceitaram o chamado de levar a mensagem de Jesus a todos os povos, para que não lhes falte apoio e motivação na sua missão, peçamos.

4-Por todos nós, para que permaneçamos fiéis na autenticidade da nossa fé cristã, peçamos.

5-Por intercessão de São Francisco de Assis, pedimos bênçãos para os irmãos e irmãs que respeitam a natureza e promovem a Paz e o Bem. Pedimos.

OFERTÓRIO

Animador: Junto ao pão e ao vinho do nosso ofertório, apresentamos um cesto com frutas e legumes, representando a generosidade de Deus e o trabalho dos que produzem nosso alimento. Cantemos.

COMUNHÃO

Animador: Jesus, o missionário do Pai, nos sacia com o seu Corpo e nos ilumina com sua Palavra nossa família e em nossa missão. Recebamo-lo com alegria, cantando. 

MENSAGEM FINAL

(Sacerdote abençoa as alianças dos casais presentes.)

Animador: Fidelidade à missão! Onde há fé e amor, existe paz, respeito e fidelidade. Neste momento, pedindo a Deus que fortaleça, cada vez mais, a união dos casais, o sacerdote abençoa suas alianças, símbolo do compromisso assumido como esposos. Em seguida serão abençaoados: a água, o sal, plantas... Acompanhemos com fé.

Fonte: Capuchinhos do Brasil /CCB

Por Frei Carlos Raimundo Rockenbach (Equipe de Liturgia)

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