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A IDENTIDADE FRANCISCANA DA JUFRA NO CONTEXTO PÓS-VATICANO II (1970-1980)

Publicado por Danila Barbosa de Castilho | 08/04/2020 - 19:43

Dissertação de Mestrado de Danila Barbosa de Castilho;
Orientada por Prof. Dr. Edson Armando Silva
Apresentada em 2018, na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

 

RESUMO

Em 1967, após retornar de um período de estudos na Itália, frei Eurico de Mello, um frade capuchinho, deu início a uma nova experiência de movimento jovem em Ponta Grossa-PR, ligado a Ordem Franciscana Secular (OFS), a Juventude Franciscana (JUFRA). A partir desse grupo, frei Eurico construiu uma estrutura e metodologia, tendo como base a Teoria da Organização Humana, proposta por Antônio Rubbo Müller, e o Movimento de Criatividade Comunitária, proposto por Waldemar de Gregori. A experiência da JUFRA ponta-grossense foi escolhida como modelo a ser implantado em todo o Brasil. O período de 1970 a 1980 é o recorte temporal foco deste trabalho, marcado pelas decisões do Concílio Vaticano II e pelo surgimento de novos movimentos jovens. Busca-se compreender como a identidade franciscana da JUFRA foi idealizada pelo frei Eurico e como os jufristas a compreenderam. Para isso, a dissertação apresenta uma reflexão a partir de parte da bibliografia produzida acerca do Concílio Vaticano II, uma análise dos documentos e materiais de formação da JUFRA, mas também uma biografia do frei, a história da instituição do movimento e a compreensão da identidade franciscana dos jufristas pelos documentos e narrativas orais acessadas. Pela análise documental, se percebeu que o ideal de identidade franciscana do movimento Juventude Franciscana, idealizado pelo frei Eurico, pretendia que os jovens desenvolvessem o engajamento nas comunidades paroquiais e na sociedade, maturidade de consciência e autonomia, traçando metas de vida pelo equilíbrio de suas personalidades. A identidade franciscana foi compreendida pelos entrevistados como um estilo de vida baseado no despojamento, na alegria, no engajamento nas comunidades, na organização e na maturidade de consciência. Portanto, tais compreensões convergiram com aquelas presentes nos documentos analisados, mostrando que foram muito marcantes os aprendizados no movimento para os entrevistados.

Confira o texto completo em: https://tede2.uepg.br/jspui/bitstream/prefix/2553/1/Danila%20Castilho.pdf

Sobre o autor
Danila Barbosa de Castilho

Mestre em História (2018) pela Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG e licenciada em História (2014) pela Universidade Católica Dom Bosco - UCDB. Atualmente atua como tutora no Núcleo de Educação a Distância e no Apoio Logístico Didático do Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais e leciona nas turmas do Ensino Fundamental II na Escola Desafio.

Informações coletadas do Lattes em 31/01/2020