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    10/04/2011,1906


    Domingo de Ramos: Eis que vem o teu Rei montado num jumentinho!

    Frei Carlos Zagonel Partilha a Liturgia semanal especialmente para as comunidades e para a Reflexão.


    Eis que vem o teu Rei montado num jumentinho!

    01.Introdução.

    Iniciamos a “Semana Santa” com a “Procissão de Ramos”: Jesus entra solenemente em Jerusalém, cercado pelo clamor do povo que, amanhã, vai mudar o discurso pedindo sua morte em troco de criminoso Barrabás! Que povo mutante como o vento: hoje aclama, amanhã condena!

    A “História do Domingo de Ramos” repete-se seguidamente em nossa vida: hoje aclamamos Jesus como nosso Salvador, amanhã nós o abandonamos, assediados pela tentação! Nossa fidelidade é posta à prova todos os dias e quantas vezes pecamos.
    A “Semana Santa”, certamente, é um momento precioso de graça divina em nossa vida: Vamos revisar nosso comportamento cristão na vida cotidiana, profissional e familiar! Vamos acompanhar Jesus no sofrimento para ressuscitarmos com Ele no Domingo de Páscoa. A alegria verdadeira nasce da dor!

    02.Palavra de Deus.
    Is 50,4-7 – O “Servo de Javé”, descrito por Isaías, é figura profética de Jesus: ele madruga no esforço de ouvir os detalhes de sua missão. Ele deve resgatar e consolar o Povo de Deus. Nada, nada mesmo, o afasta desta missão; guarda fidelidade à missão, pois, sabe que não terá de se envergonhar. Deus será sua recompensa.

    Fl 2,6-11 – Estamos diante de um “Hino em honra de Cristo” – talvez, o primeiro; nele se descreve o despojamento de Cristo – o verdadeiro Servo de Javé – até a morte e a glorificação final. Sua fidelidade no anúncio do amor misericordioso do Pai causou-lhe a morte, mas Deus o glorificou dando-lhe uma honra e um nome único, no qual podemos ter a salvação. De fato, “Jesus é o Senhor! (...) e diante dele devem dobrar-se todos os joelhos dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sob a terra...”.

    03.Reflexão.
    • O nosso cuidado principal na celebração da “Semana Santa” é evitar o ritualismo vazio que não mexe com nossa vida real. Não podemos celebrar um espetáculo, mesmo que seja na Igreja, quando Jesus não fez espetáculo nenhum. Ele morreu por nós. E São Paulo nos diz: “Se Ele morreu por nós todos, ninguém tem o direito de viver de maneira egoísta ou despreocupada com a obra de Jesus! (2Co 5,14-15). Semana Santa é tempo de conversão e de focar o sentido profundo de nossa vida!

    • Tanto o “Servo de Javé” (figura de Cristo) Quanto o próprio Jesus viviam atentos à vontade de Deus, guardavam fidelidade inquebrantável à sua missão, mesmo ao preço de sofrimento e morte. Com certeza, é oportuno refletir sobre o tempo que dedicamos à meditação e à oração cotidiana. Precisamos “despertar o ouvido” para saber o que Deus espera de cada um de nós!

    • O “Hino dedicado a Cristo” (segunda leitura) fala do caminho de Jesus: Ele passou pelo despojamento total para chegar à glorificação. É pelo caminho da cruz e do sofrimento que podemos chegar à luz da ressurreição. Este caminho não bate bem com o caminho proposto pelo mundo, mas é o caminho de Jesus (...) E o meu caminho estreito é que leva à salvação!”

    • A “História da Paixão de Jesus”, proclamada na Igreja, deve ser lida, em silêncio respeitoso, em casa. Desliguemos a TV e vamos dedicar-nos mais à Leitura da Palavra de Deus, ao menos, durante a Semana Santa.


    por Frei Carlos Zagonel
     
         


     
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